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terça-feira, 10 de maio de 2011

Tréplica ao nobre edil André Luiz da Silva e Vice Presidente do SSMRP

Tréplica ao nobre edil: colocando os pingos nos is!

Professor Lages,

Historiador, Doutorando em

Ciência das Religiões, ex-vereador

O nobre edil André Luiz da Silva, tentando explicar a minha saída do PC do B à Gazeta de Ribeirão, afirmou que não se surpreendeu porque eu já fora filiado ao PT e ao PDT. Mas é só isso que o nobre edil tem a dizer? E do golpe que ele e seus amigos sindicalistas deram na democracia interna do partido em setembro de 2009? Não diz nada? Ele se esqueceu de dizer, talvez nem saiba, que eu já passei por um quarto partido, o antigo MDB, à época da ditadura militar.

Mas quero enfrentar o debate sobre mudança de partido. Já vou logo afirmando que, pela minha formação dialética, tendo mais à mudança, com Heráclito, que à permanência, com Parmênides. Por este caminho, vamos longe: Hegel, Marx, etc. Mas deixemos por ora a filosofia e vamos à política.

As pessoas não podem mudar de partido, mas os partidos e outras instituições podem mudar? Que lógica perversa, nobre edil. Você ingressa em um partido, confiando no seu programa, na sua história, nos compromissos públicos, nas belas palavras que vocês dizem e, depois, rasteira, não cumprimento da palavra dada e dos compromissos assumidos, golpe... Essa gente do centralismo democrático (e o que restou foi só o centralismo mais perverso e autoritário) faz do Sindicato dos Servidores Municipais a mesma coisa que faz com o partido que vocês dominam. Mas, na verdade, nem estão preocupados com partido, qualquer um serve, é apenas um braço, um instrumento, do projetozinho pessoal medíocre e fugaz.

E você, filiado ao tal partido, tem de ficar enclausurado, engessado, inerte, engaiolado... É proibido o divórcio? Seu potencial de trabalho, sua vontade de querer melhorar as coisas manietada pela virtude da fidelidade partidária? Infelizmente, nossos partidos, principalmente em Ribeirão Preto, são quase todos assim: têm donos, só existem no cartório. Não possuem vida orgânica, só existem para fazer o jogo do poder, não buscam representar a opinião dos segmentos importantes da sociedade. Militância? Formação? Mobilização? Já era. Já nem estou falando dos partidos tidos como conservadores. Estou falando justamente dos partidos tidos como populares ou de esquerda, como queiram.

As pessoas não podem mudar. Os partidos e outras instituições podem? Alguns iluminados podem mudar da CUT para a CTB. Aí não tem nenhum problema. Até porque a CUT deve ser a mesminha desde quando foi fundada na década de 1980. E o nobre edil e seu amiguinho vocacionado a ditadorzinho podem mudar do PPS para o PC do B (até onde sabemos) e aí não tem nenhum problema?

Saí do PC do B não foi somente por causa do golpe que vocês deram. Este foi apenas a gota d’água. E ainda esperei um ano e meio para alguém aparecer e explicar alguma coisa. Não apareceu ninguém. Neste meio tempo, o partido e seu maior representante no estado tentam implodir o Código Florestal. Só isso já era razão mais que suficiente para a minha saída. Estou saindo de um partido, não trocando de partido. É preciso também superar esta outra lógica perversa que "sair" significa "trocar", pensando a política somente no seu viés eleitoral.

Mas falemos da fidelidade partidária com a seriedade que este tema exige. Mudar legitimamente de partido deveria nos situar no campo da racionalidade. Não como mudar de torcida, raríssimo de acontecer, porque envolve muito mais o passional que o racional. A fidelidade partidária é necessária, tanto da parte de filiados, quando também dos partidos ao seu programa e a outras regras de boa conduta política. E só vai funcionar com esta mão dupla. Veja o caso dos partidos europeus.

E uma lei de fidelidade partidária mais rigorosa entre nós? Acredito seja necessária, não para prender parlamentares e outros eleitos às decisões das cúpulas partidárias (os donos de partidos), como está sendo discutido no bojo da proposta de reforma política em tramitação no Congresso, mas uma fidelidade partidária que possa favorecer os cidadãos-eleitores para identificar os eleitos e outras lideranças políticas com programas partidários sérios, contribuindo assim para a construção de um sistema partidário programático que, infelizmente, ainda estamos longe de alcançar.

Aproveito para dizer que concordo com a proposta de lista fechada e financiamento público de campanha. Mas pena que esta proposta não seja sincera e autêntica, como está sendo apresentada. Lista fechada e financiamento público só podem alcançar os objetivos que seus defensores dizem que vão alcançar se houver uma democratização profunda e irreversível dos partidos. E aí, meu caro, o centralismo dito “democrático” tem de ser extirpado.

Admiro lideranças e militantes que, em minoria, lutam até uma vida inteira para fazer valer suas idéias em condições tão adversas. Vejo-os principalmente (e ainda) no PT. Me vêm à memória os moinhos de vento de Dom Quichote e Sancho Pança. Mas quem perde com essa insistência é a vida, é a natureza, é a sociedade. Em outras situações (vale dizer, em outros partidos, talvez) esses militantes e lideranças poderiam estar contribuindo muito mais. Mas, na sua perspectiva (dogmática?), vale a pena continuar lutando. Até na outra vida... Não é o caso do PC do B: aqui prevalece o monólogo centralista, não existe o verdadeiro debate de idéias. Se há discordância, golpe em quem discordar com aqueles instrumentos stalinistas bem conhecidos.

Ao nobre edil quero lembrar que já existe definição legal definitiva que o mandato pertence ao partido. E isso vale não apenas para impedir a troca de partido durante o mandato. Quando exerci meu mandato na Câmara de Ribeirão, apesar de todos os pesares, não mudei de partido (e ainda não havia as restrições que hoje existem) e até tentei a reeleição pelo mesmo partido pelo qual fui eleito. Não traí quem votou no programa partidário. Mas aí são outras histórias...


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Guardas estão entre os profissionais mais estressados do País

Notícias
09 de maio, 2011
Guardas estão entre os profissionais mais estressados do País

Dados da Isma-BR (Associação Internacional de Cuidados com o Estresse) apontam quais são as profissões mais estressantes do Brasil.

O ranking dos campeões em sofrer pressão são, respectivamente, profissionais que atuam em segurança pública e privada (policiais, vigias e guardas); controladores de voo; motoristas de ônibus urbano; executivos bancários; operadores bancários; jornalistas; e trabalhadores fora da área em que se formaram.

Além da grande demanda de trabalho e da falta de tempo constante, os brasileiros sofrem com as crescentes fusões de empresas, o que gera o medo de perder o emprego com o enxugamento do quadro de funcionários, diz Ana Maria Rossi, presidente da ISMA-BR.

Uma das doenças mais comuns entre os estressados é a depressão, ou o sentimento de tristeza frequente e desânimo. Entre os sintomas físicos do estresse estão as dores musculares, azia, hipertensão. Os sinais emocionais que avisam que o profissional precisa desacelerar e se cuidar são o aumento da ansiedade, a angústia, a falta de concentração, a raiva e a falta de memória.

Ana Maria, também psicóloga, afirma que nem sempre o funcionário sente que pode falar abertamente sobre o problema com a empresa. “É preciso avaliar o nível de transparência do local antes de pedir licença-médica. Alguns empregadores são tão difíceis que podem causar prejuízos ao funcionário”, disse.

O mais indicado, apontam os especialistas, é conversar direto com o setor de RH (Recursos Humanos). Ali, deve existir uma pessoa preparada para lidar com a situação e orientar o funcionário. Eles orientam a falar com o chefe sobre o problema apenas nos casos em que se tem certeza da abertura e confiança.

A advogada Maria Lúcia Benhame avisa que em hipótese alguma o chefe pode falar sobre o assunto com os outros empregados. A situação é delicada e deve ser tratada com discrição.

Os outros funcionários devem ser avisados apenas se o afastamento do funcionário doente causar grandes mudanças para a equipe onde ele atua.

Como não há um exame especifico capaz de "comprovar" a depressão e outras doenças psicológicas decorrentes do estresse, a empresa deve indicar um psicólogo ou psiquiatra ao empregado. É ele quem vai receitar o tratamento mais adequado. Com os papéis do médico nas mãos, a empresa fará o pedido de auxílio-doença ao INSS.

Foto: Ricardo Lisboa/Agência Estado - 1/12/2010
Extraído: http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/policiais-vivem-profissao-mais-estressante-20170422.html?question=0
Guardas estão entre os profissionais mais estressados do País

sábado, 7 de maio de 2011

CUT reliza comemoração de primeiro de maio na região de Ribeirão Preto

Dia do Trabalhador uma conquista, várias vitórias, muito suor e lágrimas. 

UM PRIMEIRO DE MAIO DOS TRABALHADORES



Festividades realizadas em São Carlos, Sertãozinho, Serrana e Ribeirão Preto







Dos Trabalhadores para os Trabalhadores e suas famílias, sem interferência dos Patrões.







Onde o que vale é confraternização e a reflexão da importância da data. Muitos perderam suas vidas para que hoje pudéssemos estarmos comemorando.







Parabéns a todos trabalhadores e trabalhadoras e que possamos a cada dia conseguirmos conquistar e avançar em nossos ideais. 




A confraternização sempre vem junto com a reflexão. 





O reconhecimento é um marco eterno na vida de um(a) Trabalhador(a).




Os mais experientes devem ser respeitados e suas lições aprendidas pelas novas gerações.




A brincadeira é uma forma de alegrar não só uma criança, mas também a alma de um(a) trabalhador(a).





Somos simplesmente Brasileiros. 





A unidade, não dizer sim a tudo e sim respeitar as idéias diferentes. Só somando tudo é que faremos um futuro melhor para todos!




Amigos, sonham, brincam, confraternizam, choram juntos, mas sempre são amigos.





O Futuro é feito hoje e não amanhã, as crianças devem ser entendidas como não só o futuro e sim como nosso presente.


























Somos assim, simples, humildes, alegres, unidos. Pois somos fortes! Somo CUT!












terça-feira, 3 de maio de 2011

PELO FIM DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL(IMPOSTO SINDICAL)

Os trabalhadores têm o direito de escolher seu sindicato e de como sustentá-lo, diz Artur Henrique
30/04/2011

Presidente da CUT fala sobre as principais bandeiras do Primeiro de Maio deste ano
Escrito por: Isaías Dalle
Artur, este ano, em nosso Primeiro de Maio, ficam em destaque as diferenças de concepção entre a CUT e as demais centrais. A imprensa chegou a falar em “união das outras centrais contra a CUT”. Tudo isso é por que a CUT quer o fim do imposto sindical?

Nossa defesa do fim do imposto sindical, que não é nova, apenas estamos reiterando essa necessidade de mudança na estrutura sindical, é sem dúvida uma das razões. Porém, da mesma maneira como a defesa do fim do imposto sindical não é nova para a CUT, essas diferenças de concepção também não. Por exemplo, em anos anteriores, uma determinada central, algumas vezes com a participação de outras entidades, sortearam apartamentos e carros para o público, num show de assistencialismo e despolitização com o qual nunca concordamos.

O tema do fim do imposto sindical sempre cria polêmica. O fim do imposto não põe em risco a existência do movimento sindical dos trabalhadores?

É preciso deixar muito claro que não estamos defendendo simplesmente o fim do imposto sindical. Queremos substituí-lo pela contribuição sobre a negociação coletiva, uma forma de sustentação financeira que será decidida e aprovada – ou não – pelos próprios trabalhadores e trabalhadoras, em assembleias soberanas e divulgadas amplamente com antecedência, para que todos tenham a possibilidade de participar.
Esse formato de contribuição sobre a negociação coletiva também não é um conceito novo, é algo absolutamente em concordância com as resoluções que a CUT vem tomando desde sua fundação.

Observe este trecho de resolução do 1º Congresso Nacional da CUT (Artur lê o trecho, escrito em agosto de 1984): “Os trabalhadores, em seus diversos ramos produtivos e em suas diversas instâncias organizativas criarão formas de sustentação financeira que garantam o desenvolvimento da luta. Todas as formas impostas de sustentação financeira deverão ser abolidas, sendo a assembleia de trabalhadores soberana para decidir como arrecadar fundos”.

Então, o que defendemos é a criação de uma forma de sustentação que passe pelo crivo dos trabalhadores. Certamente, os sindicatos representativos, que têm atuação e defendem sua base, não têm o que temer.

Por que não?

Os sindicatos que ao longo do ano visitaram os locais de trabalho ou neles tiveram atuação constante, que dialogaram com os trabalhadores da base, que fizeram campanha salarial ou greves, que negociaram, enfim, que trabalharam, serão reconhecidos. Os trabalhadores vão notar a importância daquela entidade para o dia a dia deles e aprovarão o desconto, uma vez por ano, da contribuição sobre a negociação coletiva. Agora, o que não dá é pra ter desconto automático no holerite, sem o trabalhador nem saber qual sindicato vai receber aquele dinheiro.

A CUT também defende uma legislação que garanta aos sindicatos a liberdade de atuação. Por quê?

Antes de mais nada, devemos ter em mente que a ratificação da Convenção 87 da OIT precisa acontecer no Brasil. Esse texto, já adotado em diversos países, notadamente na Europa, garante liberdade de organização sindical para os trabalhadores e de autonomia dos sindicatos em relação a patrões e governos. A Convenção 87 será o grande guarda-chuva jurídico para essas mudanças. A partir dele construiremos a legislação complementar.

Só o fim do imposto e a criação da contribuição sobre a negociação coletiva não bastam. Ainda hoje, o patronato e muitas instâncias do poder público dificultam como podem a atividade sindical. Dirigentes sindicais são demitidos, trabalhadores que se associam ao sindicato são perseguidos, a justiça impetra ações que na prática impedem a organização dos trabalhadores, entre outras formas de práticas antissindicais.

Por isso, precisamos elaborar e colocar em vigor uma legislação com o fim dessas práticas. E precisamos também garantir a existência da organização no local de trabalho em todos os setores e categorias. Se as entidades sindicais, escolhidas pelos trabalhadores, não puderem atuar de forma permanente nos locais de trabalho, não há democracia de fato nas relações de trabalho. E, sem isso, não há democracia plena no País.

Essa é a síntese de nossa principal bandeira neste 1º de Maio: liberdade, autonomia e democracia. Os trabalhadores e trabalhadoras têm o direito de escolher seu sindicato, de decidir de que forma vão sustentá-lo e de poder se organizar livremente em seus locais de trabalho. Será certamente um passo grande e fundamental para ajudar o Brasil a aprofundar um projeto de desenvolvimento sustentável que distribua renda e promova justiça social.

domingo, 1 de maio de 2011

CUT fecha Dia do Trabalhador reafirmando a disputa sindical

01/05/2011
Sem sorteios, com um tema inovador para a data e com a defesa da liberdade e autonomia sindical, Central comemora por todo o país

Escrito por: CUT Nacional
Foi uma semana inteira de debates, atividades culturais, diversão e atos políticos em torno do tema “Brasil-África: Fortalecendo as Lutas da Classe Trabalhadora”.

Quase no encerramento, durante o ato político da noite deste domingo, Dia do Trabalhador, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, uma figura que pela primeira vez participava das comemorações que são feitas no Brasil nesta data fez um comentário enfático: “Esta é a melhor celebração de 1º de Maio em que eu já estive em qualquer lugar do mundo”, disse Danny Glover, ator de cinema estadunidense, militante do movimento negro dos EUA e filho de pai e mãe sindicalistas.
“E sabem o que há de tão especial nesta celebração da CUT? O reconhecimento de que há um relacionamento extraordinário entre o Brasil e a África, de que somos filhos e filhas de Mandela, e de que está nascendo um novo dia para o continente africano. E a CUT sabe disso”, disse.
O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), que horas antes havia estado na celebração que as demais centrais estavam realizando em outro ponto da cidade, também fez uma declaração enfática, desta vez marcando as posições políticas que a CUT vem defendendo há quase três décadas no Brasil: “Sou cutista e tenho orgulho de estar aqui, porque na CUT há o que existe de melhor no movimento sindical brasileiro”.
De alguma forma, deram a deixa para a fala que encerraria depois o ato político. “Mais uma vez a CUT mostra ousadia e inovação, ao eleger como tema a importância de fortalecermos as relações entre Brasil e África, entre nossos povos e entre nossa luta por direitos e avanços sociais”, iniciou Artur Henrique, presidente da CUT.

Também em sua fala, Artur destacou a disputa sindical que se acirra no Brasil. “Neste Primeiro de Maio nós estamos também levantando mais uma vez a necessidade de acabar com o famigerado imposto sindical, que estimula a criação de aproximadamente 2,3 novos sindicatos por dia, a maioria sindicatos que não representam nada, que não fazem nada para melhorar a vida dos trabalhadores”, afirmou.

“Cada vez mais precisamos é fazer com que os sindicatos no Brasil sejam fortes, representativos, e isso só vamos conseguir quando os trabalhadores puderem escolher, decidir como querem financiar seu sindicato”, completou. A CUT defende o fim do imposto sindical e que em seu lugar seja introduzida a contribuição sobre a negociação coletiva, que seria votada em assembleias de trabalhadores da base de cada sindicato. Essa forma de financiamento tende a fortalecer sindicatos que têm atuação e a acabar com os sindicatos de fachada, que por não fazerem nada não conseguiriam convencer os trabalhadores a aprovar a contribuição.

Artur lembrou ainda que essas duas medidas precisam vir acompanhadas por uma legislação que acabe com as práticas antissindicais e pela ratificação da Convenção 87 da OIT, que garante liberdade e autonomia sindical.
Antes, lideranças partidárias já haviam declarado ao público presente que suas entidades vão apoiar as bandeiras da CUT. O presidente nacional do PT, Rui Falcão, afirmou: “Podem contar com a solidariedade do PT para acabar com o imposto sindical, com as práticas antissindicais e para reduzir a jornada de trabalho”.
Marco Maia investiu na mesma linha. “A Presidência da Câmara assume compromisso para reduzir a jornada e para acabar com o fator previdenciário”, disse. Maia, inclusive, entregou a Artur uma cópia do ato oficial de seu gabinete que instituiu, na semana anterior, uma comissão especial na Câmara para debater e fazer avançar uma legislação que acabe com as mazelas da terceirização no mercado de trabalho.

Adi dos Santos Lima, presidente da CUT-SP, voltou a lembrar a necessidade de participação de todos para a ampliação das mudanças no Brasil. “Acreditamos na solidariedade de nossos parceiros para continuar fazendo avançar as conquistas sociais”. Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, que participou do ato representando a presidenta Dilma Rousseff, disse que o governo federal mantém seu "compromisso fundamental de diálogo permanente com o movimento sindical".

A festa desse domingo foi encerrada por uma apresentação de Martinho da Vila e Mart'nália. Outros shows aconteceram e o público se animou, apesar da persistente chuva que caía. Chico César, Rappin Hood, Ilê Ayê - um dos mais apreciados pela audiência, e o angolano Do Murras marcaram presença.
Por todo o Brasil, as CUTs estaduais realizaram celebrações. Fechando a noite, os sindicatos cutistas da região do ABC fizeram ato em São Bernardo (SP). Também em São Paulo, a estadual da CUT fez comemorações descentralizadas em outros pontos da cidade.