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quinta-feira, 12 de maio de 2011

FETAM/SP-CUT. IRÁ A JUSTIÇA SE PROJETO FOR PARA CÂMARA.

Os Servidores Municipais de Ribeirão Preto poderão fazer paralisações caso a Prefeitura envie o projeta à Câmara Municipal desde o ano passado a Prefeitura determinou a redução de gastos e horas extras foram cortadas da folha de pagamento.


Para Pastova, Diretor da FETAM/SP-CUT, este projeto inicialmente é imoral e também inconstitucional, pois é vedado o pagamento de Servidores que não legalmente trabalhando na Prefeitura. Fora isto por exemplo a Prefeitura ainda deve horas extras para os Fiscais e motoristas desde o inicio do ano, os Guardas estão mais de 3 anos discutindo o Regime Especial de Trabalho dos Guardas e são eles que acompanham diariamente a fiscalização geral. Caso os Projetos do RETG e o n´vel universitário dos fiscais fossem aprovados ficais ajudaria muito mais na segurança do que pagar para trabalhadores que não pertence aos quadros municipais, é ridículo até quem não sai do quartel pode receber. Além do mais este projeto vai sobrecarregar ainda mais a vida dos Policiais, o Estado deveria pagar melhor salários para os companheiros que tem sua carga horário muito elevada.


Este projeto demonstra que a data base foi mau negociada, já que tem dinheiro para pagar horas extras para os PM poderia ter atendido na integra a pauta de reivindicações dos servidores no mês de março passado. Depois que os Servidores questionam os salários arrochados e cobram melhoria falam que não tem dinheiro e infelizmente que tem que negociar pelos Servidores que é a diretoria do Sindicato dos Servidores não fazem nada.


Quinta, 12 de Maio de 2011 - 00h09

Prefeitura de Ribeirão estuda bico oficial de PMs

Projeto prevê que policiais ajudem Fiscalização Geral e recebam gratificação pelo trabalho

Jean Vicente

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Foto: F.L.Piton - 16.dez.2010 / A CidadeAgentes da Fiscalização Geral recolhem produtos de camelôs no Centro com ajuda de PMsAgentes da Fiscalização Geral recolhem produtos de camelôs no Centro com ajuda de PMs

A Prefeitura de Ribeirão Preto analisa projeto para adotar o popular bico oficial dos PMs (policiais militares) para ajudar na fiscalização de ambulantes e estabelecimentos sem alvará. O projeto prevê que os policiais usem uniformes e armas da corporação, para atuar na região central.

Segundo apurou a reportagem, os policiais podem ganhar até R$ 16,66 por hora depois de assinatura do convênio com o Estado. O tempo de serviço será limitado em 12 horas por dia e 96 horas mensais.

"A PM apresentou a proposta e estamos analisando. Vamos ver a legalidade, se há verba e se é adequado", disse o secretário da Casa Civil, Luchesi Júnior (DEM). A PM informou apenas que foram feitas reuniões com a prefeita Dárcy Vera (DEM).

O projeto, chamado Atividade Delegada, já foi aprovado em algumas cidades do Estado, como Sorocaba, Mogi das Cruzes e Barretos, mas começou em São Paulo, onde os PMs fiscalizam a região da rua Vinte e Cinco de Março e do Brás, áreas com maior concentração de ambulantes da Capital.

Em Ribeirão, a expectativa é que os PMs atuem, principalmente, no Centro, para coibir o comércio ilegal. Com isso, os fiscais da prefeitura ficariam livres para trabalhar em outras frentes, como na fiscalização de terrenos baldios, o que aumentaria a arrecadação da cidade. Com o convênio, a prefeitura também pode pedir o efetivo para outros eventos.

Os policiais que participam do bico oficial cumprem escalas feitas pela PM, em locais indicados pela prefeitura. Eles usam farda, viaturas, arma e colete de proteção da corporação, porque mantém o poder de polícia nos dias de folga.

"A prefeitura vai usar o poder do Estado e gastar dez vezes menos em honorários", disse uma pessoa que participou das primeiras discussões, mas que não quis ser identificada.

Custo

Em Ribeirão, a proposta deve seguir o mesmo modelo de cidades como Sorocaba, que já tem o convênio aprovado, e São José dos Campos, que deve aprovar ainda neste mês. Em Sorocaba, os policiais ganham de R$ 12,50 a R$ 16,66 por hora, conforme a patente.

Se aprovado, o projeto usaria 30 PMs de folga. Ainda não existe previsão de custos, mas, com o mesmo efetivo, Sorocaba prevê gastos de R$ 120 mil mensais.


terça-feira, 10 de maio de 2011

Tréplica ao nobre edil André Luiz da Silva e Vice Presidente do SSMRP

Tréplica ao nobre edil: colocando os pingos nos is!

Professor Lages,

Historiador, Doutorando em

Ciência das Religiões, ex-vereador

O nobre edil André Luiz da Silva, tentando explicar a minha saída do PC do B à Gazeta de Ribeirão, afirmou que não se surpreendeu porque eu já fora filiado ao PT e ao PDT. Mas é só isso que o nobre edil tem a dizer? E do golpe que ele e seus amigos sindicalistas deram na democracia interna do partido em setembro de 2009? Não diz nada? Ele se esqueceu de dizer, talvez nem saiba, que eu já passei por um quarto partido, o antigo MDB, à época da ditadura militar.

Mas quero enfrentar o debate sobre mudança de partido. Já vou logo afirmando que, pela minha formação dialética, tendo mais à mudança, com Heráclito, que à permanência, com Parmênides. Por este caminho, vamos longe: Hegel, Marx, etc. Mas deixemos por ora a filosofia e vamos à política.

As pessoas não podem mudar de partido, mas os partidos e outras instituições podem mudar? Que lógica perversa, nobre edil. Você ingressa em um partido, confiando no seu programa, na sua história, nos compromissos públicos, nas belas palavras que vocês dizem e, depois, rasteira, não cumprimento da palavra dada e dos compromissos assumidos, golpe... Essa gente do centralismo democrático (e o que restou foi só o centralismo mais perverso e autoritário) faz do Sindicato dos Servidores Municipais a mesma coisa que faz com o partido que vocês dominam. Mas, na verdade, nem estão preocupados com partido, qualquer um serve, é apenas um braço, um instrumento, do projetozinho pessoal medíocre e fugaz.

E você, filiado ao tal partido, tem de ficar enclausurado, engessado, inerte, engaiolado... É proibido o divórcio? Seu potencial de trabalho, sua vontade de querer melhorar as coisas manietada pela virtude da fidelidade partidária? Infelizmente, nossos partidos, principalmente em Ribeirão Preto, são quase todos assim: têm donos, só existem no cartório. Não possuem vida orgânica, só existem para fazer o jogo do poder, não buscam representar a opinião dos segmentos importantes da sociedade. Militância? Formação? Mobilização? Já era. Já nem estou falando dos partidos tidos como conservadores. Estou falando justamente dos partidos tidos como populares ou de esquerda, como queiram.

As pessoas não podem mudar. Os partidos e outras instituições podem? Alguns iluminados podem mudar da CUT para a CTB. Aí não tem nenhum problema. Até porque a CUT deve ser a mesminha desde quando foi fundada na década de 1980. E o nobre edil e seu amiguinho vocacionado a ditadorzinho podem mudar do PPS para o PC do B (até onde sabemos) e aí não tem nenhum problema?

Saí do PC do B não foi somente por causa do golpe que vocês deram. Este foi apenas a gota d’água. E ainda esperei um ano e meio para alguém aparecer e explicar alguma coisa. Não apareceu ninguém. Neste meio tempo, o partido e seu maior representante no estado tentam implodir o Código Florestal. Só isso já era razão mais que suficiente para a minha saída. Estou saindo de um partido, não trocando de partido. É preciso também superar esta outra lógica perversa que "sair" significa "trocar", pensando a política somente no seu viés eleitoral.

Mas falemos da fidelidade partidária com a seriedade que este tema exige. Mudar legitimamente de partido deveria nos situar no campo da racionalidade. Não como mudar de torcida, raríssimo de acontecer, porque envolve muito mais o passional que o racional. A fidelidade partidária é necessária, tanto da parte de filiados, quando também dos partidos ao seu programa e a outras regras de boa conduta política. E só vai funcionar com esta mão dupla. Veja o caso dos partidos europeus.

E uma lei de fidelidade partidária mais rigorosa entre nós? Acredito seja necessária, não para prender parlamentares e outros eleitos às decisões das cúpulas partidárias (os donos de partidos), como está sendo discutido no bojo da proposta de reforma política em tramitação no Congresso, mas uma fidelidade partidária que possa favorecer os cidadãos-eleitores para identificar os eleitos e outras lideranças políticas com programas partidários sérios, contribuindo assim para a construção de um sistema partidário programático que, infelizmente, ainda estamos longe de alcançar.

Aproveito para dizer que concordo com a proposta de lista fechada e financiamento público de campanha. Mas pena que esta proposta não seja sincera e autêntica, como está sendo apresentada. Lista fechada e financiamento público só podem alcançar os objetivos que seus defensores dizem que vão alcançar se houver uma democratização profunda e irreversível dos partidos. E aí, meu caro, o centralismo dito “democrático” tem de ser extirpado.

Admiro lideranças e militantes que, em minoria, lutam até uma vida inteira para fazer valer suas idéias em condições tão adversas. Vejo-os principalmente (e ainda) no PT. Me vêm à memória os moinhos de vento de Dom Quichote e Sancho Pança. Mas quem perde com essa insistência é a vida, é a natureza, é a sociedade. Em outras situações (vale dizer, em outros partidos, talvez) esses militantes e lideranças poderiam estar contribuindo muito mais. Mas, na sua perspectiva (dogmática?), vale a pena continuar lutando. Até na outra vida... Não é o caso do PC do B: aqui prevalece o monólogo centralista, não existe o verdadeiro debate de idéias. Se há discordância, golpe em quem discordar com aqueles instrumentos stalinistas bem conhecidos.

Ao nobre edil quero lembrar que já existe definição legal definitiva que o mandato pertence ao partido. E isso vale não apenas para impedir a troca de partido durante o mandato. Quando exerci meu mandato na Câmara de Ribeirão, apesar de todos os pesares, não mudei de partido (e ainda não havia as restrições que hoje existem) e até tentei a reeleição pelo mesmo partido pelo qual fui eleito. Não traí quem votou no programa partidário. Mas aí são outras histórias...


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Guardas estão entre os profissionais mais estressados do País

Notícias
09 de maio, 2011
Guardas estão entre os profissionais mais estressados do País

Dados da Isma-BR (Associação Internacional de Cuidados com o Estresse) apontam quais são as profissões mais estressantes do Brasil.

O ranking dos campeões em sofrer pressão são, respectivamente, profissionais que atuam em segurança pública e privada (policiais, vigias e guardas); controladores de voo; motoristas de ônibus urbano; executivos bancários; operadores bancários; jornalistas; e trabalhadores fora da área em que se formaram.

Além da grande demanda de trabalho e da falta de tempo constante, os brasileiros sofrem com as crescentes fusões de empresas, o que gera o medo de perder o emprego com o enxugamento do quadro de funcionários, diz Ana Maria Rossi, presidente da ISMA-BR.

Uma das doenças mais comuns entre os estressados é a depressão, ou o sentimento de tristeza frequente e desânimo. Entre os sintomas físicos do estresse estão as dores musculares, azia, hipertensão. Os sinais emocionais que avisam que o profissional precisa desacelerar e se cuidar são o aumento da ansiedade, a angústia, a falta de concentração, a raiva e a falta de memória.

Ana Maria, também psicóloga, afirma que nem sempre o funcionário sente que pode falar abertamente sobre o problema com a empresa. “É preciso avaliar o nível de transparência do local antes de pedir licença-médica. Alguns empregadores são tão difíceis que podem causar prejuízos ao funcionário”, disse.

O mais indicado, apontam os especialistas, é conversar direto com o setor de RH (Recursos Humanos). Ali, deve existir uma pessoa preparada para lidar com a situação e orientar o funcionário. Eles orientam a falar com o chefe sobre o problema apenas nos casos em que se tem certeza da abertura e confiança.

A advogada Maria Lúcia Benhame avisa que em hipótese alguma o chefe pode falar sobre o assunto com os outros empregados. A situação é delicada e deve ser tratada com discrição.

Os outros funcionários devem ser avisados apenas se o afastamento do funcionário doente causar grandes mudanças para a equipe onde ele atua.

Como não há um exame especifico capaz de "comprovar" a depressão e outras doenças psicológicas decorrentes do estresse, a empresa deve indicar um psicólogo ou psiquiatra ao empregado. É ele quem vai receitar o tratamento mais adequado. Com os papéis do médico nas mãos, a empresa fará o pedido de auxílio-doença ao INSS.

Foto: Ricardo Lisboa/Agência Estado - 1/12/2010
Extraído: http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/policiais-vivem-profissao-mais-estressante-20170422.html?question=0
Guardas estão entre os profissionais mais estressados do País

sábado, 7 de maio de 2011

CUT reliza comemoração de primeiro de maio na região de Ribeirão Preto

Dia do Trabalhador uma conquista, várias vitórias, muito suor e lágrimas. 

UM PRIMEIRO DE MAIO DOS TRABALHADORES



Festividades realizadas em São Carlos, Sertãozinho, Serrana e Ribeirão Preto







Dos Trabalhadores para os Trabalhadores e suas famílias, sem interferência dos Patrões.







Onde o que vale é confraternização e a reflexão da importância da data. Muitos perderam suas vidas para que hoje pudéssemos estarmos comemorando.







Parabéns a todos trabalhadores e trabalhadoras e que possamos a cada dia conseguirmos conquistar e avançar em nossos ideais. 




A confraternização sempre vem junto com a reflexão. 





O reconhecimento é um marco eterno na vida de um(a) Trabalhador(a).




Os mais experientes devem ser respeitados e suas lições aprendidas pelas novas gerações.




A brincadeira é uma forma de alegrar não só uma criança, mas também a alma de um(a) trabalhador(a).





Somos simplesmente Brasileiros. 





A unidade, não dizer sim a tudo e sim respeitar as idéias diferentes. Só somando tudo é que faremos um futuro melhor para todos!




Amigos, sonham, brincam, confraternizam, choram juntos, mas sempre são amigos.





O Futuro é feito hoje e não amanhã, as crianças devem ser entendidas como não só o futuro e sim como nosso presente.


























Somos assim, simples, humildes, alegres, unidos. Pois somos fortes! Somo CUT!